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Micro e pequenas empresas precisam e almejam crescer como qualquer outra. Por isso também devem tomar medidas adequadas para começar a expansão. Não basta apenas investir, você deve ter um olhar empreendedor que busca aprender, cada vez mais, sobre seu negócio para extrair o máximo do planejamento.

Mas agora, você tem um guia indispensável sobre o crescimento, tanto de micro quanto de pequenas empresas. Boa leitura!


1. Crie sua marca

Comece a criar sua marca, definindo o conceito de negócio, o posicionamento da empresa e a identidade visual.

A marca está diretamente ligada a imagem que você quer que as pessoas tenham do seu negócio. Você sabe sua missão, visão e valores, mas é preciso agora demonstrar que pratica isso. A marca também representa a força de crescimento que você deseja ter.

Para criar a marca pense na relação entre o trabalho interno e o externo, levando em consideração a “rede” composta por clientes, competidores e fornecedores. A partir disso, defina os aspectos visuais do seu negócio, como logotipo e identidade visual.


2. Plano de marketing

A razão para o plano de marketing vir depois da criação de marca é simples: primeiro você define o que é, para depois definir o que falar e para quem falar.

O plano de marketing deve abarcar todas as ações que você pretende realizar e os canais que irá utilizar. Portanto, ele integra tanto o marketing tradicional como o online. Defina:

  • Objetivos
  • Oportunidades
  • Público-alvo
  • Concorrência
  • Entrega de valor para o cliente
  • Pontos fortes do negócio
  • Ações táticas

A elaboração de um bom plano é feita a partir de pesquisas de público, concorrência e demanda. 


3. Software de gestão empresarial

Já pensando no operacional do trabalho, você precisará de automação. É possível trabalhar sem um software de gestão empresarial, mas as ações ficam mais complicadas, lentas e suscetíveis a falhas.

Um software de gestão facilita seu trabalho do dia a dia porque integra os departamentos e oferece funções fundamentais para o alto desempenho. Você automatiza tarefas básicas e poupa tempo para outras tarefas. Além disso, realiza a gestão correta da contabilidade, com ferramentas para o caixa, a folha de pagamento e outras etapas do trabalho.

Outra função fundamental do software de gestão é a capacidade de gerar informações sobre seu negócio, através de relatórios e painéis interativos. Você reconhece os pontos fortes e fracos, tendo uma visão abrangente do negócio.

Além disso, o software de gestão empresarial irá gerar economia de longo prazo, pois garante competitividade em um mercado cada vez mais dependente da tecnologia. Ele é adaptável ao seu negócio, por isso é imprescindível.


4. Informação como pilar do negócio

O trabalho com a informação hoje é diferente de antes, justamente pela tecnologia disponível. Com um software de gestão empresarial você passa a gerar muitos dados sobre seu negócio, da compra com fornecedores à gestão de estoque, passando pelas vendas, pagamentos dos colaboradores e muito mais.

Essas informações serão o alicerce das suas decisões. Esse conceito se chama Business Intelligence (BI). Se você tem a inteligência como base para tomar decisões, você não precisa usar intuição. Apenas fatos.


5. Definição de riscos e estratégia de contingência

Os riscos que você invariavelmente irá correr devem ser definidos previamente. Invariavelmente porque todas as empresas querem crescer e, para crescer, assumimos riscos. E se vamos sair da zona de conforto, é melhor conhecer o caminho.

Você irá se deparar sempre com cenários mais complexos na medida que sua empresa cresce. Por isso é preciso ter meios para lidar com isso, e uma ideia é implementar um sistema de contingência, um planejamento preventivo e alternativo, para ser usado diante das adversidades.

Mesmo que você tenha um projeto ou estratégia estabelecida, sempre considere aqueles pontos em que podem haver falhas. Nessa etapa, saiba os desvios necessários para que consiga continuar progredindo. Afinal, a melhor estratégia é a que possibilita ajustes no meio do caminho. Portanto, defina os riscos e como lidar com eles.


6. Estruture o plano de negócios

Não tem plano de negócios? É hora de fazer um. Já tem? Então é hora de incluir as novas informações que você levantou até aqui. Um plano é a descrição detalhada da sua empresa. Nele deve conter dados fundamentais sobre o negócio, como: nome, CNPJ e endereço, bem como informações estratégicas.

Você encontra diversos modelos de planos de negócios na internet. Não podemos abordar profundamente esse assunto pela profundidade que ele exige. Mas vamos focar em um aspecto fundamental do seu plano: o propósito do negócio.

Pense na visão, missão e valores. A visão define a sua ideia para os negócios, e como a empresa se vê perante o mundo exterior. A missão é o que sua empresa se compromete a fazer, e seus valores são os pilares éticos que regem o trabalho das equipes e as diretrizes da gestão.

Com base nisso você criará um propósito. Pense na natureza do trabalho de uma agência de publicidade. Seu propósito pode ser: “Abastecer as empresas com boas ideias”. Uma concessionária poderia ter o propósito de “vender o melhor custo-benefício para cada cliente”. Mantenha seu propósito bem claro em mente.


7. Comece a criar a cultura do seu negócio

Chegou a hora de você começar a estabelecer a cultura do seu negócio. Ela será um fundamento para sua empresa, por isso deve ser pensada com cuidado. Grande parte das empresas não estabelecem a cultura previamente, então, a cultura surge espontaneamente, o que acaba causando, em certos casos, problemas irreversíveis.

Não há nenhum problema em ter uma cultura estabelecida por funcionários. É assim que deve ser. Mas é preciso dar uma direção para eles seguirem.

Seus sonhos só irão adiante com ajuda das pessoas, portanto você precisa do esforço de todos. A cultura adotada deve ser, portanto, uma cultura de sucesso. O que fazer para criá-la? Quais os requisitos para a contratação de pessoal? Quais as regras internas? Quais as políticas adotadas? Essas questões vão permear sua ideia de cultura organizacional.


8. Atenção nos pontos fortes e fracos

Quando você criou seu plano de negócios, você estabeleceu suas melhores características e os defeitos que atrapalham, de certa forma, o crescimento. Essas informações são vitais, por isso você nunca deve perdê-las de vista.

Os pontos fortes sempre devem ser ressaltados. O que você tem de melhor que os concorrentes não possuem? Invista nisso sempre. Esses pontos fortes serão as armas para você minimizar os fracos. Quanto a isso, pense que os defeitos existem para impulsionar o melhor que a empresa tem e não para rebaixar o negócio.


9. Estruture um fundo de reserva

Seja nos negócios ou na vida profissional, sempre temos que enfrentar situações que não planejamos. Mas é possível ter fundos que facilitam a resolução do problema.

Estabelecer um fundo de reserva é a garantia de que você não terá que apelar aos bancos, com seus altos juros, quando surgirem gastos imprevistos. Além disso, esse fundo também pode servir para oportunidades de investimento imperdíveis.

O valor desse fundo pode variar, mas você pode partir do ponto de um “prejuízo”. Pense no valor necessário para operar no vermelho durante 3 meses. Pague seu fundo mensalmente até chegar à quantia necessária. E dê preferência para fundos com liquidez imediata, para você sacar sempre que quiser e, ao mesmo tempo, ter um rendimento maior que a poupança.


10. Planejamento anual

Além de revisar o plano de negócios com frequência, você também precisa fazer o planejamento anual. É importante analisar o propósito, missão, visão, valores, objetivos e metas. Mas a tarefa que importa mesmo é a análise dos resultados do ano anterior, comparando com a estratégia de longo prazo.

A partir da comparação você traça novas metas e estratégias. Estude os pontos que foram mais fáceis, e os que geraram dificuldades. Crie algumas frases que resumam sua estratégia, definindo o que fazer.

O passo seguinte é criar prioridades anuais, com metas de curto e médio prazo. Escreva a prioridade anual e delegue responsabilidades. Não se esqueça de estabelecer datas e realizar reuniões com os envolvidos para a verificação de metas.


11. Plano de expansão

Não são só grandes empresas que precisam de um plano de expansão. Se desejamos que isso aconteça, é preciso estar preparado. Pense na dificuldade que você teria se, de um dia para o outro, sua demanda aumentasse 3 vezes. Provavelmente teria que correr para planejar investimentos, talvez obter recursos ou até, pior, diminuir a oferta para poder dar conta.

Não queremos isso. Portanto, considere o quanto você pode crescer no ano e estabeleça metas e medidas para isso, já considerando os recursos que irá precisar quando atingir esse patamar. O plano de expansão é uma maneira de você estar preparado para as demandas que surgirem.

Por fim, temos duas dicas finais. A primeira é: tenha confiança sempre! Todos os empreendedores, micro e pequenas empresas que cresceram confiaram no próprio trabalho. Por isso, nunca se esqueça de ter confiança no próprio trabalho, na empresa, na equipe. O crescimento virá!

Nossa segunda dica é para você conhecer nosso software de gestão. Como se trata de uma das primeiras etapas para o crescimento do seu negócio, é importante definir o quanto antes o seu sistema. Entre em nosso site e conheça todas as soluções disponíveis!